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Garopaba tem dois pontos impróprios para banho

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O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) tornou público nesta sexta-feira (9) o boletim nº 9 de balneabilidade da temporada 2025/2026. O documento considera análises feitas a partir de amostras coletadas nos dias 5, 6 e 7 de janeiro de 2026 em diversos pontos do litoral catarinense.

Em Garopaba, o levantamento avaliou cinco locais acompanhados pelo programa estadual. Desses, três foram considerados adequados para banho, enquanto dois seguem fora dos padrões exigidos. Entre os trechos liberados está a Lagoa da Ferrugem, no Ponto 4, situada na Estrada Geral da Ferrugem, à direita do acesso principal, que apresentou resultado satisfatório na coleta de terça-feira (6). A Praia da Vigia, correspondente ao Ponto 5 e localizada em frente ao acesso principal, também recebeu classificação positiva.

Outro local que manteve boas condições nesta rodada foi a Praia do Siriú (Ponto 3), na Estrada Geral da Praia do Siriú, permanecendo própria para os banhistas.

Em contrapartida, dois pontos da Praia de Garopaba continuam impróprios. O Ponto 1, em frente à praça central, e o Ponto 2, na Rua Lauro Severiano Muller, não atingiram os critérios estabelecidos pelo IMA na última análise.

Já no município de Imbituba, o cenário é mais favorável. Todos os pontos avaliados apresentaram condições adequadas para banho, incluindo a Lagoa de Ibiraquera, as praias da Ribanceira, Vila Nova, Ibiraquera, Porto e Rosa.

No panorama geral do Estado, o relatório indica que 169 dos 259 pontos monitorados estão próprios para banho, o equivalente a 65% do total. Os demais 91 pontos, cerca de 35%, foram classificados como impróprios nesta etapa do monitoramento.

O Programa de Monitoramento da Balneabilidade segue as diretrizes da Resolução Conama nº 274/2000, que estabelece os parâmetros de qualidade da água com base na quantidade da bactéria Escherichia coli encontrada em amostras coletadas ao longo das últimas cinco semanas no mesmo local.

O IMA reforça ainda a orientação para que a população evite o banho de mar entre 24 e 48 horas após períodos de chuva intensa, principalmente em áreas próximas a rios, canais ou galerias pluviais, já que o escoamento da água da chuva pode levar poluentes ao mar e aumentar os riscos à saúde.

Os dados completos do relatório, assim como o histórico atualizado de cada ponto analisado, estão disponíveis no site oficial do IMA, com atualização automática sempre que novas análises laboratoriais são concluídas.